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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

OS PAÍSES BÁLTICOS

  Países Bálticos ou Estados Bálticos é o nome genérico pelo qual é conhecida a região do nordeste da Europa, na costa leste do mar Báltico, onde estão localizados os modernos estados da Lituânia, Letônia e Estônia.
  A região passou a ser incorporada na Europa Cristã a partir do século XIII pela ação das Ordens Religiosas dos Esparários e depois pelos Teutônicos.
  A Ordem Teutônica manteve o controle da região até o século XVI, perdendo, porém, a cidade de Memel (atual Klaipeda) para os lituanos. No século seguinte, os suecos tomaram a região norte (Estônia e Livônia) enquanto que a parte sul ficou sob o controle polaco (Curlândia e Lituânia). Gradativamente, a região foi sendo conquistada pelo Império Russo. Pedro, o Grande, obteve dos suecos a parte norte e sua sucessora, Catarina II, conquistou a parte sul.
Mar Báltico na cidade de Klaipeda - Lituânia
  O Estados Bálticos permaneceram parte integrante do Império Russo até 1920, quando, aproveitando a debilidade do novo regime comunista, a Lituânia, a Letônia e a Estônia se tornaram independente. Em 1940, como parte de um acordo com a Alemanha nazista, os soviéticos reanexaram  as três nações, que passaram a fazer parte da União Soviética. Somente em 1989, com o colapso da União Soviética, essas três nações se tornaram novamente independentes.
  O longo período de controle russo teve como consequência uma elevada porcentagem da população de origem russa nesses países, o que tem levado choques com a Federação Russa, que tem fronteira geral com cada uma dessas repúblicas.
É grande a participação de russos nos Países Bálticos
ESTÔNIA
  Supõe-se que os primeiros povos que habitaram o território atual da Estônia tenham sido os Aestii, nômades de origem fínica que viviam em tribos semi-organizadas, mas sem unidade. No século XIII, a Igreja Católica organizou, por meio do rei Valdemar II, da Dinamarca, uma cruzada para cristianizar as tribos pagãs do mar Báltico. A luta que se seguiu por quase 20 anos, delimitou o território estoniano, ao norte pela Dinamarca, e ao sul, dividido entre os vários bispados e a Ordem dos Livônios, uma poderosa ordem cristã que conseguiu derrotar todas as tribos locais e dominar a maior parte do território.
Mapa da Confederação da Livônia em 1260
  Em 1248, Tallinn (Reval), adotou um governo autônomo baseado na lei de Lübeck e anos depois teve a sua entrada aceita na Liga Hanseática, tornando a região importante comercialmente e assinalando a perda do domínio dinamarquês na região. Mesmo após diversos tratados com os lituanos e os russos, a Dinamarca não conseguiu conter o aumento do poderio militar dos vassalos, influenciados pela Vestfália e outros pela Livônia, até que, em 1343, os estonianos, até então subjugados pelos vassalos e tidos apenas como servos dos nobres, organizaram a Revolta da Noite de São Jorge, na qual renunciaram ao cristianismo e lutaram contra a servidão. A Ordem Teutônica, que comandava a Livônia, acabou com a revolta dois anos depois e comprou o território à Dinamarca. Assim, iniciava-se o período de domínio teutônico sobre as Estônia.
Liga Hanseática - aliança de cidades mercantis que estabeleceu e manteve um monopólio comercial sobre quase todo o norte da Europa e o Báltico, entre fins da Idade Média e o começo da Idade Moderna.
DOMÍNIO SUECO
  Dois séculos depois o território da Estônia tornou a ter importância. O recém-formado império russo, na sua sede de imperialismo e favorecido pelo enfraquecimento da Ordem Teutônica, devido ao litígio com a União Lituano-Polonesa no sul, invadiu a Livônia, considerando-a terra de seus ancestrais. Enquanto isso, Dinamarca, Suécia e Polônia, que não aprovavam o avanço russo sobre terras tão próximas de seus domínios, constituíram uma aliança militar para conter o avanço russo na região.
Ordem Teutônica com seus bispados
  Teve início, então, em 1559, a Guerra da Livônia, na qual lutaram dinamarqueses, suecos e poloneses, para obter o território da Livônia e conter o avanço russo, que já havia conquistado o bispado de Dorpat. Quando os suecos dominaram a região norte, os poloneses a região sul, e os dinamarqueses as ilhas do bispado de Osel-Wiek, teve início outra guerra, a Guerra Nórdica dos Sete Anos (1563-1570). Aí consolidou-se o avanço e o subsequente domínio sueco na região, derrotando os russos em Narva, e conquistando em 1629, as terras da Livônia, até então controlada pelos poloneses.
Império Sueco no século XVII
  Então, em 1645, após a nova derrocada da Dinamarca, os suecos foram a terceira nação a dominar o território da Estônia, mas a que mais trouxe benefícios ao povo estoniano, antigamente, tida como servo dos nobres que dominavam a região. Foi nessa época, que surgiram as primeiras escolas nas vilas estonianas, que eram capazes de ensinarem o povo a ler alguns ensinamentos religiosos. Foi aberta, também, pelo rei Gustavus II Adolphus, em Tartu, a primeira universidade da Estônia. Anos depois, após a Guerra dos 30 anos, mestres alemães vieram à academia de Tallin, ministrar aulas como nas academias alemãs, aumentando a influência que os alemães sempre tiveram na Estônia.
Universidade de Tartu - a primeira universidade da Estônia
IMPÉRIO RUSSO
  Depois de uma guerra com o príncipe de Brandemburgo, a Suécia fez uma reforma nas terras dos nobres na Estônia, gerando um descontentamento e propiciando o retorno de outras nações ao território estoniano. Gerou-se, então, em fevereiro de 1700, a Grande Guerra do Norte, com a participação mais uma vez da Dinamarca, Polônia, Rússia e Saxônia, contra os suecos. Depois de muitas batalhas e reviravoltas, como a batalha de Poltava, os russos conseguiram derrotar as tropas pessoais do rei Carlos XII e conquistar Tallin, dominando finalmente a Estônia e a Livônia, fato requerido desde a época do czar Ivan IV.
Batalha de Poltava retratada por Denis Martens em 1726
  Durante o século XVIII, a criação das universidades na Estônia propiciaram um forte crescimento cultural da população, com a maior utilização do idioma própiro e de valorização da cultura estoniana. Foi a primeira vez que os estonianos se viram como um povo e os intelectuais buscavam a criação de uma nação. Aproveitando a inevitável queda do Império Russo, e já descontente com algumas medidas do império, se revoltaram em conjunto com a Revolução de 1905 e foram fortemente reprimidos pelo exército russo.
Domingo Sangrento de São Petersburgo, motivada por uma manifestação de operários que reivindicavam aumento de salários, e foi dispersada a bala pela Guarda Imperial russa.
  Mas esse foi o primeiro passo real para a independência que seria alcançada após a Revolução de 1917, que daria pela primeira vez uma terra independente aos estonianos, a República da Estônia.
Revolução Russa de 1917 - mudou o quadro político do leste europeu
ESTÔNIA INDEPENDENTE
  Durante os primeiros 22 anos de independência (1918-1940), a Estônia passou por uma conturbada vida política com dissolução de partidos e o primeiro presidente sendo eleito apenas em 1938. Mas no aspecto cultural, foi um período muito forte, com a criação de muitas escolas que lecionavam em estoniano e a garantia da autonomia cultural das minorias, única em todo o leste europeu. Mas, devido a essa política de neutralidade, a Estônia foi alvo da ocupação durante a Segunda Guerra Mundial. Em decorrência de uma artimanha soviética, a Estônia foi ocupada em 1940 pela URSS. Em 1942, os alemães invadiram a União Soviética e começaram por tomar a Estônia para eles. No momento, o povo estoniano ficou contente, devido à antiga aproximação com os alemães e também por sonhar com a volta da Estônia independente, fato que logo foi descartado pelo governo de Hitler. Quando a invasão alemã na URSS fracassou e os alemães saíram da Estônia, a nova invasão soviética se mostrou inevitável, devido ao desgaste do país na guerra. Assim, se estabeleceu a República Socialista Soviética da Estônia.
Tropas alemães invadindo Riga na Letônia em 1940
  Durante os 52 anos de ocupação soviética, muitos movimentos de revolta e até de guerrilha se formaram na Estônia, sendo o mais conhecido o Metsavennad, mas todos foram suprimidos pelo governo de Moscou. Apenas em 1989, com a queda da União Soviética, começou a estruturação dos países soviéticos, como a Estônia, e a posterior independência, que veio em 1992.
  Após a saída do exército russo em 1994, a Estônia aumentou seus laços comerciais com o resto do leste europeu, e obteve um alto crescimento econômico nos anos 2000. Teve seu ingresso aceito na OTAN em 29 de março  e na União Europeia em 1º de maio, ambos no ano de 2004.
Estonianos comemoram os 20 anos de independência do país, no dia 20 de agosto de 2011
ECONOMIA
  A Estônia possui uma economia de transição, ou seja, a mudança da economia planificada para a economia de mercado. O país é autosuficiente no setor energético, pois mais de 90% de sua eletricidade é geralda localmente, graças às minas de xisto betuminoso. As fontes de energia alternativa, como a madeira, tundra e biomassa, constituem aproximadamente 9% da produção de energia primária. A Estônia importa os produtos derivados do petróleo da Europa Ocidental e da Rússia. A energia do xisto betuminoso, telecomunicações, indústria têxtil, produtos químicos, setores bancário, de serviços, de alimentos e pesca, madeireiras, construção naval, eletrônicos e transportes, são os aceleradores da economia. O porto marítimo de Muuga, próximo a Tallin, possui modernas instalações antigelo e boa capacidade de receber navios cargueiros, elevador de grãos de alta capacidade, câmaras de refrigeração, e novos tanques de combustível para abastecer os navios. A ferrovia, privatizada por um consórcio internacional em 2000, serve como ligação do Oeste, Rússia e outros pontos do Leste.
Moderno porto de Muuga, em Tallinn - Estônia
  A Estônia ainda enfrenta desafios. A privatização da agricultura tem causado sérios problemas para fazendeiros que precisam ter garantias para conseguirem empréstimos bancários. A diferença de renda familiar entre Tallinn e o restante do país está aumentando. O padrão de vida de grande parte da população tem piorado devido às pensões fixas. A antiga região industrializada do nordeste da Estônia está sofrendo uma depressão econômica severa, resultado do fechamento de fábricas.
  Durante os anos recentes a economia da Estônia tem continuado a crescer. O PIB estoniano aumentou 6,4% em 2000, 5,4% em 2001 e com o dobro da velocidade depois do ingresso do país na União Europeia em 2004 (11,4% em 2006).
O crescimento econômico trouxe modernidade para a Estônia
  O regime liberal de livre comércio da Estônia, que possui poucas tarifas ou barreiras não tarifárias, é quase único na Europa. O país ostenta também uma moeda corrente nacional que é livremente conversível a uma taxa de câmbio fixa e políticas conservadoras fiscal e monetária. A Estônia tem regimes de livre comércio com a União Europeia, com os países do EFTA (Associação Europeia de Livre Comércio) e também com a Ucrânia.
Países membro do EFTA
  A Estônia, sendo um país pequeno de aproximadamente 1,4 milhão de pessoas, confia no seu maior recurso natural - sua localização na encruzilhada do Leste e Oeste da Europa. Localiza-se na costa do Mar Báltico bem ao sul da Finlândia e leste da Suécia. Para o leste estão os grandes mercados potenciais do noroeste da Rússia. Tendo sido um membro da ex-União Soviética, os estonianos sabem como fazer negócios na Rússia e em outros ex-países soviéticos. As modernas redes de transportes e comunicações da Estônia, provêem uma ponte segura para o comércio com os países  nórdicos e da ex-URSS.

ALGUNS DADOS DA ESTÔNIA
NOME OFICIAL: República da Estônia
INDEPENDÊNCIA: 
Declarada: 24 de fevereiro de 1918
Reconhecida: 2 de fevereiro de 1920
Ocupada pela URSS: 16 de junho de 1940
Redeclarada: 20 de agosto de 1991
LOCALIZAÇÃO: Europa Setentrional
CAPITAL: Tallinn
Tallinn durante o inverno
ÁREA: 45.100 km²  (130º)
POPULAÇÃO (ONU - 2011): 1.307.605  habitantes (150º)

DENSIDADE DEMOGRÁFICA (ONU): 28,99 hab./km² (152°)
CIDADES MAIS POPULOSAS (2010):
Tallinn: 420.600 habitantes
Tallinn - capital e maior cidade da Estônia
Tartu: 103.337 habitantes
Tartu - segunda maior cidade da Estônia
Narva: 75.200 habitantes
Narva - terceira maior cidade da Estônia
LÍNGUA: estoniano
IDH (ONU - 2010): 0,835 (34°)
PIB (FMI - 2010): U$ 19,779 bilhões (100°)
EXPECTATIVA DE VIDA (ONU - 2005/2010): 71,4 anos (105º)
MORTALIDADE INFANTIL (ONU - 2005/2010): 7,32/ mil (58°)
TAXA DE URBANIZAÇÃO (CIA WORLD FACTBOOK - 2011): 69% (60°)
TAXA DE ALFABETIZAÇÃO (PNUD - 2007/2008): 99,8% (1°)
MOEDA: Euro
RELIGIÃO (2010): cristãos ortodoxos (maioria).
DIVISÃO: o Ato de Divisão Administrativa Territorial, adotado em 1995, dividiu o país em três divisões: regiões, cidades e municípios rurais. A cada período de tempo é denominado um novo ato de organização, que eleva os municípios rurais que têm área urbana em distritos.
  Hoje, a Estônia é dividida em 15 regiões, que são divididos em municípios (rurais e urbanos). Os municípios são 227, 34 urbanos e 193 rurais.
Divisão por regiões na Estônia
  A Estônia é dividida em quinze regiões. Uma região é comandada por um governador, indicado pelo governo nacional e que representa o mesmo, localmente. Seu mandato é de cinco anos, assim como o do presidente e tem como função básica, fazer a ligação entre os departamentos do seu estado e as prefeituras da região com o governo nacional.
  A principal região é a de Harju, onde está localizado a capital Tallinn e onde reside 38,8% da  população do país. Outras regiões importantes são as de Parnu, Ida-Viru e de Tartu.
LETÔNIA
  A Letônia, possui metade do seu território com densas florestas e a outra metade com pântanos. Seu território é do tamanho do estado de São Paulo, e sua população, de 2,3 milhões de pessoas que, somados ao fato de seus lavradores terem sido deportados de lá na época da URSS, explica porque sentem tanto prazer em serem latifundiários.
Paisagem da Letônia
HISTÓRIA
  O território hoje conhecido como Letônia, tem sido habitado desde 8000 a.C. Na primeira metade de 3000 a.C., as primitivos tribos bálticas chegaram ao território. Elas foram os ancestrais do povo letão. Estes mantém estreita ligação com o Império Romano, por meio do comércio de âmbar, atividade interrompida com a invasão dos eslavos no século VII.
  Na Era Cristã, o território hoje conhecido como Letônia tornou-se principalmente um entroncamento comercial. A famosa "rota dos Vikings para a Grécia", mencionadas em antigas crônicas, partia da Escandinávia atravessando o território letão ao longo do rio Daubava (Duína Ocidental) até a antiga Rússia e o Império Bizantino. Suecos, alemães e russos também ocupam a região entre o século IX e o XII.
Rota dos Vikings
  Conhecida também como Livônia, a partir do século XIII a atual Letônia esteve sob o domínio dos Cavaleiros Teutônicos. O cristianismo é imposto pelos alemães às tribos locais. O domínio alemão sobre o território prolonga-se por três séculos, até a extinção da Ordem dos Teutônicos. No século XVI tornou-se parte do Reino da Polônia e Lituânia. Nesta época, o luteranismo espalhou-se pelo país. Nos séculos XVIII e XIX, a Rússia ganhou controle sobre a Letônia e regiões vizinhas. Com a abolição da servidão, em 1817, os letões passam a reivindicar a propriedade da terra, privilégio dos aristocratas alemães, o que alimenta o nacionalismo letão. Com a devastação da Rússia pela Primeira Guerra Mundial e as dificuldades enfrentadas pelo novo regime soviético, o Conselho Nacional declarou a independência em 18 de novembro de 1918, formando assim a República Independente da Letônia.
Mapa da República Independente da Letônia entre 1920 e 1940
  Em 1934, o país tornou-se um estado autoritário, após um golpe de Estado dirigido por Karlis Ulmanis. O Parlamento (Saiema) foi suspenso. Em 17 de junho de 1940, a União Soviética invade e anexa o país de acordo com o pacto germano-soviético (também conhecido como Pacto Ribbentrop-Molotov) de 1939, feito pelo acordo entre os chanceleres Molotov (URSS) e Ribbentrop (Alemanha). Com a invasão, a Letônia passou-se a se chamar República Socialista Soviética da Letônia (RSS da Letônia).
Karlis Ulmanis - último presidente a governar a Letônia antes da ocupação soviética
  Exceto por um curto período de ocupação durante a Segunda Guerra Mundial, a Letônia permaneceu como um território ocupado pela União Soviética. A integração ao comunismo soviético é obtida à custa de repressão, e a resitência anti-soviética só é derrotada em 1952. Milhares de camponeses, removidos de sua terra, são presos, deportados ou executados. Os soviéticos promovem uma maciça imigração de russos para o país, até que as reformas da glasnost estimularam o movimento de independência letão. O país tornou-se novamente independente em 21 de agosto de 1991. Desde então tem reforçado seus laços com o Ocidente e, em 1º de maio de 2004 tornou-se membro da União Europeia e também da OTAN.
Monumento da Liberdade em Riga - Letônia
ECONOMIA
  A economia da Letônia sempre foi baseada em trabalhar para os russos na época da URSS, mas, com o desaparecimenta da União Soviética, os letões passaram a desperdiçar seu tempo compondo músicas de piano para os cultos aos domingos, que são apresentados aos turistas que visitam o país. A Letônia foi a economia europeia que mais rapidamente cresceu entre 2000 e 2007.
  O país é famoso pelo seu desenvolvimento de vacas mutantes. As famosas vacas leiteiras da "Leitônia" foram roubadas pela Holanda que patenteou como "vacas holandesas" e criou o chocolate Milka.
Gado holandês - originário da Letônia
  A Letônia é um país cuja indústria tem especial relevância no setor metalúrgico. Também são produzidos no país receptores de rádio, instrumentos científicos, frigoríficos, máquinas de lavar, motores, navios, automóveis, geradores, instrumentos agrícolas, têxteis e calçados. Os principais produtos agrícolas são: batata, trigo, cevada, beterraba, legumes e frutas. Outra atividade bastante forte no país é o turismo, graças, principalmente, as suas belezas naturais e históricas.
Catedral de Riga - um dos pontos mais visitados pelos turistas
ALGUNS DADOS DA LETÔNIA
NOME OFICIAL: República da Letônia
INDEPENDÊNCIA: 
Declarada: 18 de novembro de 1918
Reconhecida: 26 de janeiro de 1921
Proclamada: 4 de maio de 1990
Completada: 6 de setembro de 1991
LOCALIZAÇÃO: centro-norte da Europa
CAPITAL: Riga
Igreja de São Pedro e Castelo de Riga
ÁREA: 64.559 km²  (122º)
POPULAÇÃO (ONU - 2011): 2.245.423  habitantes (140º)

DENSIDADE DEMOGRÁFICA (ONU): 34,78 hab./km² (144°)
CIDADES MAIS POPULOSAS (2010):
Riga: 796.732 habitantes
Riga - capital e maior cidade da Letônia
Daugavpils: 115.265 habitantes
Daugavpils - segunda maior cidade da Letônia
Liepaja: 95.427 habitantes
Liepaja - terceira maior cidade da Letônia
LÍNGUA: letão
IDH (ONU - 2010): 0,805 (43°)
PIB (FMI - 2010): U$ 24,045 bilhões (92°)
EXPECTATIVA DE VIDA (ONU - 2005/2010): 72,7 anos (87º)
MORTALIDADE INFANTIL (ONU - 2005/2010): 10,4/ mil (57°)
TAXA DE URBANIZAÇÃO (CIA WORLD FACTBOOK - 2011): 68% (63°)
TAXA DE ALFABETIZAÇÃO (PNUD - 2007/2008): 99,8% (1°)
MOEDA: Euro
RELIGIÃO (2010): protestantes (16,7%,), católicos (14,9%), ortodoxos (8%), judeus (0,6%), outras (59,8%).
DIVISÃO: a Letônia está dividida em 26 distritos e 7 cidades independentes. Apesar das cidades estarem localizadas geograficamente dentro dos distritos, elas possuem estatutos diferenciados e são administradas separadamente.
1. Aizkraukle 2. Alüksne 3. Balvi 4. Bauska 5. Cesis 6. Daugavpils 7. Daugavpils (cidade) 8. Dobele 9. Gulbene 10. Jekabpils 11. Jelgava 12. Jelgava (cidade) 13. Jurmala (cidade) 14. Kraslava 15. Kuldiga 16. Liepaja 17. Liepaja (cidade) 18. Limbazi 19. Ludza 20. Madona 21. Ogre 22. Preili 23. Rezekne 24. Rezekne (cidade) 25. Riga 26. Riga (cidade) 27. Saldus 28. Talsi 29. Tukums 30. Valka 31. Valmiera 32. Ventspils 33. Ventspils (cidade).
LITUÂNIA
  Dos três Estados Bálticos, a Lituânia é o país situado mais ao sul. É também o de maior território e população. Foi a primeira república soviética ocupada a tornar-se independente da URSS e a recuperar sua soberania através da declaração da independência de 11 de Março de 1990.
  A paisagem da Lituânia é essencialmente plana, com exceção das regiões de colinas de baixa altitude a oeste e de planaltos a leste. O seu ponto mais elevado, Aukstasis, fica situado a 294 metros de altitude. No país, existem 758 rios, mais de 2800 lagos e uma zona costeira junto ao mar Báltico de 99 km, principalmente destinados a atividades de lazer e à conservação da natureza, onde 30% do seu território é coberto por florestas.
Grande parte da paisagem da Lituânia é composta por rios e lagos
  Cerca de 84% da população é de etnia lituana. As duas minorias mais importantes são as populações de origem polaca e russa. A língua lituana pertence à família das línguas indo-europeias.
  A capital Vilnius, que é uma cidade pitoresca situada nas margens dos rios Neris e Vilnia, possui um dos centros históricos mais interessantes da Europa do Leste. A Universidade de Vilnius, fundada em 1579, é constituída por um complexo de edifícios de estilo renascentista, com inúmeros pátios interiores, que formam uma espécie de cidade dentro da cidade.
Igreja de Santa Anna em Vilnius
HISTÓRIA
  Em 1386, o grão-duque lituano tornou-se rei da Polônia e, por isso, os dois países formaram o Império Polaco-Lituano Católico Romano, durante cerca de quatrocentos anos. Com as invasões alemãs, suecas e russas, o império entrou em declínio e, em 1795, com a Terceira Partição da Polônia, a Lituânia passou para o domínio russo. No século XIX, a resistência levou a revoltas camponesas, a uma emigração maciça para a América do Norte e ao despontar de um movimento nacionalista que se manteve ativo até a década de 1950.
Império Polaco-Lituano
Em 1918, enquanto o território encontrava-se ocupado pelos alemães, a população proclamou a independência. Depois de várias lutas entre os russos bolcheviques, os polacos e os lituanos, em 1920, a União Soviética assinou um tratado de paz com a Lituânia e tornou-a independente. Nesse ano, subiu ao poder um Governo democrático de coligação, mas, em 1926, um golpe militar pôs fim à democracia parlamentar. Em 1939, o país foi obrigado a aceitar a instalação de bases soviéticas no seu território e, no ano seguinte, o Exército Vermelho Soviético, ocupou a Lituânia, que passou a fazer parte da União Soviética. A Alemanha nazista ocupou o território entre 1941 até o Exército Vermelho libertar o território, em 1944. Nos anos seguintes, a economia nacional foi coletivizada e seguiu, assim, os padrões soviéticos.
Ofensiva alemã durante a Segunda Guerra Mundial
  Quando Mikhail Gorbachev começou a liberalizar o regime soviético, em meados da década de 1980, o nacionalismo lituano ressurgiu. Em 1990, o país declarou a independência e, um ano mais tarde, alcançou a independência total. Atualmente, as escolhas econômicas da Lituânia revelam uma certa contradição, pois as privatizações excluem setores estratégicos, como os transportes, a energia, as comunicações e os portos.
Mikhail Gorbachev - o presidente soviético responsável pelas mudanças econômicas e políticas de todo o Leste Europeu
ECONOMIA
  A transição de uma economia planificada para uma economia de mercado, conduziu a uma diminuição drástica de toda a atividade econômica durante o primeiro ano de independência da Lituânia. Em 1994, iniciou-se a recuperação econômica, que prosseguiu com um crescimento do PIB em torno de 5,7%.  O setor de serviços, é o que mais tem crescido, chegando a mais de 60%, graças ao impulso da atividade turística no país. Desde 2004, o país pertence à União Europeia, fato este que aumentou suas relações econômicas com os países integrantes do bloco. Os principais parceiros comerciais são a Rússia, Letônia, Alemanha, Polônia e Estônia.
  O país se industrializou rapidamente, e hoje, esse setor é responsável por cerca de 33% do PIB do país. A produção industrial aumentou bastante nos últimos anos, apesar da falta de energia e de matéria-prima. O petróleo, o gás natural e produtos industriais precisam ser importados da Rússia. Estão instaladas no país indústrias químicas e têxteis.
  A agricultura é uma atividade muito desenvolvida, sendo que seus principais produtos agrícolas são: batata, trigo, cevada, beterraba, centeio e couve, cujos produtos são exportados, em sua maior parte, para a Rússia.
Centro financeiro de Vilnius
  Apesar do crescimento econômico do país, muitosdos seus habitantes vivem em pobreza extrema. No país, surge uma elite urbana e a pobreza rural é bastante notável.
ALGUNS DADOS DA LITUÂNIA
NOME OFICIAL: República da Lituânia
INDEPENDÊNCIA: da Rússia
Lituânia mencionada: 14 de fevereiro de 1909
Fundação oficial: 6 de julho de 1253
União pessoal com a Polônia: 2 de fevereiro de 1386
Comunidade Polaco-Lituana declarada: 1569
Ocupação Russa/Prussiana: 1795
Independência declarada: 16 de fevereiro de 1918
1ª ocupação soviética - ocupação nazista: 15 de junho de 1940
2ª ocupação soviética: 1944
Independência restaurada: 11 de março de 1990
LOCALIZAÇÃO: centro-norte da Europa
CAPITAL: Vilnius
Catedral de Vilnius
ÁREA: 65.300 km²  (121º)
POPULAÇÃO (ONU - 2011): 3.565.205  habitantes (130º)

DENSIDADE DEMOGRÁFICA (ONU): 54,59 hab./km² (120°)
CIDADES MAIS POPULOSAS (2010):
Vilnius: 577.969 habitantes
Vilnius - capital e maior cidade da Lituânia
Kaunas: 412.614 habitantes
Kaunas - segunda maior cidade da Lituânia
Klaipeda: 202.484 habitantes
Klaipeda - terceira maior cidade da Lituânia
LÍNGUA: lituano
IDH (ONU - 2010): 0,810 (40°)
PIB (FMI - 2010): U$ 36,364 bilhões (84°)
EXPECTATIVA DE VIDA (ONU - 2005/2010): 73,0 anos (81º)
MORTALIDADE INFANTIL (ONU - 2005/2010): 8,5/ mil (50°)
TAXA DE URBANIZAÇÃO (CIA WORLD FACTBOOK - 2011): 67% (69°)
TAXA DE ALFABETIZAÇÃO (PNUD - 2007/2008): 99,7% (4°)
MOEDA: Euro
RELIGIÃO (2010): católicos (80%), outros cristãos (20%).
DIVISÃO: a Lituânia encontra-se dividida em 10 condados.
1. Alytus 2. Kaunas 3. Klaipeda 4. Marijampolé 5. Panevezys 6. Siauliai 7. Tauragé 8. Telsiai 9. Utena 10. Vilnius
FONTE: Wikipédia.
Bigotto, José Francisco. Geografia sociedade e cotidiano: espaço mundial 2, 9º ano / José Francisco Bigotto, Márcio Abondanza Vitiello, Maria Adailza Martins de Albuquerque. -- 2. ed. -- São Paulo: Escala Educacional, 2009.

3 comentários:

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