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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A CABANAGEM (1835-1840)

  A Cabanagem foi um levante ocorrido na Província do Pará que teve como ponto de partida a divisão da elite paraense em torno da nomeação do presidente da província. Contou com a adesão da população pobre: indígenas, mestiços e negros da região, que viviam em cabanas nas beira dos rios - daí eram chamados cabanos -, em condições miseráveis, além da presença de uma minoria branca. Eles se insurgiram contra os oligarcas, donos de terras (e do poder político) concentrados em Belém, à época, uma pequena cidade de 12 mil habitantes.
  No dia 6 de janeiro de 1835, os rebeldes, liderados por Antônio Vinagre, tomaram a cidade de Belém, cujo porto escoava toda a produção da província, controlada por uma elite de comerciantes locais composta, sobretudo, de portugueses que exploravam a população mais humilde. Os insurgentes assumiram o governo provincial e decidiram proclamar a independência da província, e o presidente da província, Lobo de Souza, foi executado juntamente com outras autoridades. A Cabanagem é um dos maiores conflitos já ocorridos na história do país.
  O movimento, de caráter eminentemente popular, acabou fracassando pela traição de vários participantes, pela falta de consenso entre seus líderes e pela indefinição quanto aos rumos do governo da província. Foi violentamente sufocado por tropas governamentais enviadas à região: a "pacificação", em 1840, custou a vida de aproximadamente 30% da população total da província.
Belém do Pará, em 1835
  Nos antecedentes da revolta, havia uma mobilização da província do Grão-Pará para expulsar forças reacionárias que desejavam manter a região como colônia portuguesa. Muitos líderes locais da elite fazendeira, ressentidos pela falta de participação política nas decisões do governo brasileiro centralizador, também contribuíam com o clima de insatisfação após a instalação do governo provincial.
  Desde a emancipação política, em 1822, a província do Grão-Pará vivia um clima agitado. Isolada do resto do país, era a parte mais ligada de Portugal. Declarada a Independência, a Província só foi reconhecê-la em agosto de 1823. A adesão ao governo de D. Pedro I foi penosa e violentamente imposta. Administrada por juntas governativas que se apoiavam nas Cortes de Lisboa, os habitantes da Província já estavam acostumados a ver todos os cargos públicos e recursos econômicos nas mãos dos portugueses.
Província do Grã-Pará
  A Independência não provocara mudanças na estrutura econômica nem modificara as péssimas condições em que vivia a maior parte da população da região, formada por índios destribalizados, chamados de tapuios, índios aldeados, negros forros e escravos e mestiços. Dispersos pelo interior e nos arredores de Belém, viviam marginalizados em condições miseráveis, amontoado em cabanas à beira dos rios e igarapés e nas inúmeras ilhas do estuário do rio Amazonas. Essa população conhecida como "cabanos", era usada como mão de obra em regime de semi-escravidão pela economia da Província, baseada na exploração das "drogas do sertão" (cravo, pimenta, plantas medicinais, baunilha), na extração de madeiras e na pesca.
  Desde a Guerra da Independência, quando mercenários, comandados pelo Lord Almirante Grenfell, destituíram a Junta que governava a Província, o povo exigia a formação de um governo popular chefiado pelo cônego João Batista Gonçalves Campos. No entanto, Grenfell, que recebera ordens para entregar o Governo a homens de confiança do Imperador, desencadeou violenta repressão, fuzilando e prendendo muitas pessoas. O episódio ocorrido a bordo do Brigue Palhaço, quando cerca de 300 prisioneiros foram sufocados com cal, não conseguiu implantar a normalidade. Ao contrário, os ânimos ficaram ainda mais exaltados.
Grande parte dos habitantes do Grã-Pará viviam nas cabanas, como a da foto
  A situação da Província do Grão-Pará era favorável ao surgimento de movimentos que expressavam a luta de uma maioria de índios, mestiços e escravos contra uma minoria branca, formada principalmente por comerciantes portugueses. Essa minoria concentrava-se em Belém, que abrigava na época cerca de 12 mil habitantes dos quase 100 mil que habitavam o Grão-Pará. Entre 1822 e 1835, a Província passou por momentos de intranquilidade. No interior e na capital ocorreu uma série de levantes populares, que contaram com a adesão dos soldados da tropa, descontentes com o soldo (vencimento de militares de qualquer posto ou graduação), com o poder central e com as autoridades locais.
  A abdicação de D. Pedro I teve reflexos violentos no Grão-Pará. Sob a liderança do cônego Batista Campos, os cabanos depuseram uma série de governantes nomeados pelo Rio de Janeiro para a Província. Além disso, exigiam melhores condições materiais e a expulsão dos portugueses, vistos como os responsáveis pela miséria em que viviam. Em dezembro de 1833, o governo da Regência Trina Permanente conseguiu retomar o controle da situação, e Bernardo Lobo de Sousa assumiu o governo da Província.
  Logo após ser empossado, Lobo de Sousa iniciou uma violenta política repressiva. Perseguiu, efetuou prisões arbitrárias e deportações em massa. No entanto, foi o recrutamento para o Exército e a Armada imperiais, medida extremamente impopular, que precipitou uma rebelião generalizada. O recrutamento permitiu que fossem afastados os elementos considerados "incômodos" ao governo da Província.
Combate nas ruas de Belém durante a Cabanagem
  As atitudes de Lobo de Sousa aumentaram a agitação e o descontentamento da população. A revolta se alastrou pelo interior da Província. Os cabanos receberam o apoio dos irmãos Antônio e Francisco Vinagre, lavradores do rio Itapicuru, do seringueiro Eduardo Nogueira Angelim, e do jornalista do Maranhão Vicente Ferreira Lavor, que, através do periódico "A Sentinela", propagava as ideias revolucionárias. À medida que o movimento avançava, os revoltosos se dividiam: a ameaça de radicalização fez com que muitos se retirassem temendo a violência das massas populares, enquanto outros, como o cônego Batista Campos, esperavam obter as reformas que defendiam na recém-criada Assembleia Legislativa Provincial. A partir daí a elite que liderava a revolta recuou e os cabanos assumiram o controle.
  Em janeiro de 1835, dominaram Belém, executando o governador Lobo de Sousa e outras autoridades. O primeiro governo cabano foi entregue ao fazendeiro Félix Antônio Malcher, que, com medo da violência das camadas mais pobres da população, entrou em choque com os outros líderes perseguindo os elementos mais radicais. Chegou a mandar prender e deportar Angelim e Francisco Vinagre. Além disso, manifestou a intenção de manter a Província ligada ao Império, ao jurar fidelidade ao Imperador, afirmando que só ficaria no poder até à maioridade. Esse juramento ia de encontro ao único ponto que unia os revoltosos: a rejeição à política centralizadora do Rio de Janeiro, vista como preservadora dos privilégios dos portugueses. Malcher acabou sendo deposto e executado.
Cabanos tomam a cidade de Belém
  Francisco Vinagre foi escolhido para o segundo governo cabano. No entanto, não foi capaz de resolver as divergências entre os revoltosos, e foi acusado de traição por ter feito um acordo com as tropas legalistas enviadas pelo Rio de Janeiro.
  Vinagre ajudou as tropas e navios sob o comando do almirante inglês Taylor, e prometeu entregar a presidência da Província a quem fosse indicado pelo governo Regencial. Com isso, as forças regenciais retomaram Belém.
  Os cabanos, vencidos na capital retiraram-se para o interior. Aos poucos foram tomando conta da Província. Profundos conhecedores da terra e dos rios, infiltraram-se nas vilas e povoados, conseguindo a adesão das camadas mais humildes da população. Liderados por Vinagre Angelim, reforçaram suas tropas e retomaram Belém, após nove dias de lutas violentas. Com a morte de Antônio Vinagre, Eduardo Angelim foi escolhido para o terceiro governo cabano que durou dez meses. Angelim era um cearense de apenas 21 anos que migrara para o Grão-Pará após uma grande seca ocorrida no Ceará, em 1827.
  No entanto, os cabanos, durante todo o longo período de lutas, não souberam organizar-se com eficiência. Abalados por dissidências internas, pela indefinição de um programa de governo, sofreram ainda uma epidemia de varíola, que assolou por longo tempo a capital.
Eduardo Angelim (1814-1882)
A REPRESSÃO DA REGÊNCIA
  O regente Feijó decidiu restabelecer a ordem da Província. Em abril de 1836 mandou ao Grão-Pará uma poderosa esquadra comandada pelo brigadeiro Francisco José Soares de Andréia, que conseguiu retomar a capital. A cidade estava quase despovoada, e havia nela  praticamente mulheres e crianças, pois os cabanos tinham abandonado novamente Belém e retiraram-se para o interior, onde resistiram por mais três anos. A situação da Província só foi controlada pelas tropas do Governo Central em 1840. A repressão foi violenta e brutal. Incapazes de oferecer resistência, os rebeldes foram esmagados. Ao findar do movimento, dos quase 100 mil habitantes do Grão-Pará, cerca de 30 mil haviam morrido em incidentes criminosos e promovidos por mercenários e pelas tropas governamentais.
  Em homenagem ao movimento Cabano foi erguido um monumento projetado pelo arquiteto Oscar Niemeiyer, na entrada da cidade de Belém: o Memorial da Cabanagem.
Memorial da Cabanagem, em Belém - PA
FONTE: Vicentino, Cláudio
História geral e do Brasil / Cláudio Vicentino, Gianpaolo Dorigo. - 2. ed. - São Paulo: Editora Scipione, 2013.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

OS TIPOS DE INDÚSTRIA

  A indústria é uma atividade econômica que surgiu na Primeira Revolução Industrial, no fim do século XVIII e início do século XIX, na Inglaterra, e que tem por finalidade transformar matéria-prima em produtos comercializáveis, utilizando para isto a força humana, máquinas e energia.
  A partir do estabelecimento da indústria como novo ramo de atividade econômica, níveis diferenciados de tecnologia foram empregados no processo fabril em diferentes países. De acordo com o nível tecnológico, a atividade industrial está classificada em:
  • Indústrias tradicionais - são indústrias pouco automatizadas, que utilizam máquinas pesadas e, muitas vezes, ainda empregam grande número de operários. São exemplos de indústrias tradicionais as têxteis, de vestuário e de calçados, as moveleiras, as metalúrgicas e as siderúrgicas.
A indústria de calçados é um exemplo de indústria tradicional
  • Indústrias modernas - caracterizam-se pela utilização de recursos tecnológicos mais avançados e por um nível de automação maior que o das indústrias tradicionais; tal fato fez com que o número de funcionários deste segmento diminuísse nas últimas décadas. São exemplos de indústrias modernas as petroquímicas, as fábricas de papel e celulose e as montadoras de automóveis.
Indústria automobilística - exemplo de indústria moderna
  • Indústrias de tecnologia de ponta - produzem recursos tecnológicos altamente sofisticados, resultantes da aplicação imediata das descobertas científicas no processo de produção. São exemplos de indústrias de tecnologia de ponta as de informática (que produzem computadores e softwares), as de produtos eletrônicos, a aeroespacial (que produz aviões e satélites artificiais) e as de biotecnologia (que produzem medicamentos, alimentos e herbicidas a partir de organismos geneticamente modificados).
Indústria de informática - exemplo de indústria de tecnologia de ponta
  Também é possível classificar as indústrias levando em consideração a função que cada segmento fabril desempenha na economia das atuais sociedades capitalistas. Podem ser:
  • Indústrias de bens de produção ou de capital - também chamadas de indústrias de base ou indústrias pesadas, realiza a produção de máquinas e equipamentos que serão utilizados em outros segmentos da indústria e em diversos setores da economia. São exemplos desse tipo de indústria: as mecânicas (motores automotivos, máquinas industriais, colheitadeiras, tratores, arados e semeadeiras mecânicas) e de autopeças (pneus, rodas, bancos automotivos).
Indústria de tratores - exemplo de indústria de bens de produção
  • Indústrias de bens intermediários - transformação de matérias-primas brutas (minérios e recursos de origem fóssil e vegetal) em matérias-primas processadas, base para outros ramos industriais. São exemplos desse tipo de indústria: químicas (pesticidas, fertilizantes, fibras artificiais, cimento), refinaria (querosene, óleo diesel e lubrificantes, gasolina), siderúrgica (ferro-gusa, coque, aço) e de papel e celulose.
Indústria química - exemplo de indústria de bens intermediários
  • Indústria de bens de consumo - fabricação de bens ou produtos que são consumidos pela população em geral. Está dividida em:
a) Indústria de bens de consumo duráveis - produz bens ou produtos de maior duração, que são utilizados por um período relativamente longo como eletrodomésticos (geladeiras, televisores, condicionadores de ar, DVDs), automobilística (carros e motocicletas) e moveleira (móveis comerciais e residenciais).
Indústria moveleira - exemplo de indústria de bens de consumo duráveis
b) Indústria de bens de consumo intermediário - produzem matérias-primas para outros setores industriais. É o caso da indústria de extração e transformação de minérios, que produz matéria-prima para as indústrias siderúrgicas, químicas, entre outras.
Indústria extrativista mineral - exemplo de indústria de bens intermediário
c) Indústria de bens de consumo não duráveis - fabrica produtos de consumo menos duradouros ou que são utilizados e consumidos apenas uma vez, como a têxtil (vestuário, tecidos, toalhas), alimentícia (doces, laticínios, bebidas), e cosmética (cremes dentais, sabonetes, xampus).
Indústria de cosméticos - exemplo de indústria de bens de consumo não duráveis
PRINCIPAIS TIPOS DE INDÚSTRIAS DE ACORDO COM A SUA PRODUÇÃO
  • Indústria aeroespacial
  É a atividade industrial envolvida na pesquisa, projeto, fabricação e operação de aviões, foguetes e outros veículos de transporte aéreo e espacial. A indústria aeroespacial caracteriza-se por exigir elevados investimentos, como: utiliza intensivamente mão de obra altamente qualificada, integra atividades multidisciplinares, geração de tecnologias de ponta com rápida evolução, propicia a transferência de inovações a outras indústrias, possuem longo ciclo de desenvolvimento e produção, entre outras.
  Sua tecnologia é considerada estratégica pelos países que a detém, sendo fortemente apoiada por políticas governamentais de incentivos e mecanismos protecionistas.
Indústria fabricante de aviões nos Estados Unidos
  • Agroindústria
  É o conjunto de atividades relacionadas à transformação de matérias-primas provenientes da agricultura, pecuária, aquicultura ou silvicultura, ou seja, é a integração entre campo e cidade, caracterizada pela subordinação da agropecuária à indústria, pois é esta que fornece os insumos e os demais produtos utilizados no campo. Ao mesmo tempo, a indústria é o principal destino dos produtos agrícolas, transformando-os em alimentos, medicamentos, entre outros. O grau de transformação varia amplamente em função dos objetivos das empresas agroindustriais.
  Em comparação a outros segmentos industriais da economia, a agroindústria apresenta uma certa originalidade decorrentes de três características fundamentais das matérias-primas: sazonalidade, perecibilidade e heterogeneidade.
Agroindústria - integração entre campo e cidade por meio da indústria
  • Indústria automobilística
  A indústria automotiva ou automobilística é a indústria envolvida com o projeto, desenvolvimento, fabricação, publicidade e a venda de veículos automotivos. Essa indústria produz automóveis para auxiliar no deslocamento e/ou transporte da população, de bens ou serviços. Atualmente, os automóveis estão entre os bens de maior necessidade, expandindo sua relevância a diversos campos da natureza humana.
  Com o aumento da população mundial, a redução dos custos de produção, a revolução dos materiais e das técnicas de fabricação inovadoras, a frota de automóveis cresce a cada ano, gerando, ao mesmo tempo, muitos problemas, como poluição sonora e atmosférica, acidentes, congestionamentos, entre outros.
  Os grandes fabricantes de automóveis investem milhões de dólares por ano com propagandas, objetivando convencer seus clientes a optarem pelos seus veículos, além de desenvolverem tecnologias cada vez mais avançadas nos seus produtos.
Linha de montagem da Lotus Cars (montadora britânica de carros esportivos e de corrida)
  • Indústria de bebidas
  A indústria de bebidas é o conjunto de atividades industriais em que se preparam, normalmente em quantidades que devem ser comercializadas, bebidas ou ingredientes que são consumidos diretamente pelas pessoas. Dentre as indústrias de bebidas, estão as que produzem cervejas, refrigerantes, água mineral, sucos, whisky, aguardente, vinho, conhaque, água mineral, entre outras.
Produção de cerveja
  • Indústria calçadista
  A indústria calçadista é a atividade industrial envolvida na fabricação de calçados, como sapatos, sandálias, chinelos, tênis, botas, entre outros. A fabricação industrial de calçados teria surgido no século XVII, no Reino Unido, quando começaram a fornecer calçados para o exército do país, e a mecanização desta atividade ocorreu no século XIX, como consequência da Revolução Industrial.
Indústria produtora de sapatos
  • Indústria cinematográfica
  Chama-se de indústria cinematográfica o conjunto de empresas envolvidas nas diversas etapas de fabricação de produtos artísticos e técnicos de cinema, vídeo e outros meios audiovisuais. Estas empresas são, entre outros, dos seguintes tipos: estúdios cinematográficos, produtoras de cinema e vídeo, distribuidoras, circuitos e salas de exibição, prestadora de serviços (a produções de aluguel de figurinos, aluguel de cenários e peças cenográficas, aluguel de equipamentos de fotografia, luz e som, aluguel de animais treinados, dublês, entre outros).
Os cinemas fazem parte da indústria cinematográfica
  • Indústria criativa
  As indústrias criativas referem-se a uma série de atividades econômicas ligadas à geração ou exploração do conhecimento e da informação. Também podem se referir às indústrias culturais. Essas indústrias têm sua origem na criatividade, competências e talento individual, com potencial para a criação de trabalho e riqueza através da geração e exploração da propriedade intelectual.
Utilizar a criatividade é o objetivo da indústria criativa
  • Indústria eletroeletrônica
  A indústria eletroeletrônica é a atividade de produção de mercadorias, especialmente de forma eletro-mecanizada, em pequena, média ou grande escala, abrangendo a extração de recursos naturais (indústria extrativa) e sua transformação  (indústria de transformação) para a produção de equipamentos e insumos eletroeletrônicos.
Indústria eletroeletrônica
  • Indústria de entretenimento
  A indústria de entretenimento (também chamada pela expressão da língua inglesa show business,abreviado para show biz) refere-se a várias esferas que envolvem as artes performáticas, de seu lado financeiro (incluindo empresários, produtores e distribuidores) ao criativo (artistas, compositores e músicos, entre outros), passando também pelo estrutural (cinema, televisão, teatro e música).
Indústria de entretenimento
  • Indústria extrativista
  A indústria extrativista refere-se a toda atividade de coleta de produtos naturais, seja de origem mineral (exploração de minerais), animal (peles, carnes, óleos), ou vegetal (madeiras, folhas, frutos), desde que seja de forma mecanizada. O extrativismo é a mais antiga atividade humana, antecedendo a agricultura, a pecuária e a indústria, e é praticada mundialmente através dos tempos por todas as sociedades.
    Extração de pedras
  • Indústria farmacêutica
  A indústria farmacêutica é responsável por produzir medicamentos. É uma atividade licenciada para pesquisar, desenvolver, comercializar e distribuir drogas farmacêuticas. Muitas das companhias farmacêuticas surgiram entre o final do século XIX e início do século XX. As principais descobertas aconteceram em torno das décadas de 1920 e 1930. Nos anos surgiram no Brasil os medicamentos genéricos, com a mesma fórmula dos medicamentos de marca.
Indústria farmacêutica
  • Indústria têxtil
  A indústria têxtil tem como objetivo a transformação de fibras em fios, de fios em tecidos e de tecidos em peças de vestuário, artigos têxteis para o lar e uso doméstico (roupa de cama e mesa, tapetes, cortinas etc.) ou em artigos para aplicações técnicas (produtos geotêxteis, airbags, cintos de segurança etc.). As indústrias têxteis têm seu processo produtivo muito diversificado, ou seja, algumas podem possuir todas as etapas do processo têxtil (fiação, tecelagem e beneficiamento), outras podem apenas ter um dos processos.
Indústria têxtil
  • Indústria de fiação
  A fiação pode ser definida como uma sucessão de operações através das quais se transforma uma massa de fibras têxteis inicialmente desordenadas (flocos) em um conjunto de grande comprimento, cuja seção possui algumas dezenas de fibras mais ou menos orientadas e presas a si mediante uma torção. As fibras têxteis podem ser de origem  natural, artificial ou sintética. Existem dois tipos de fiação: a fiação de fibra descontínua (lã, algodão, viscose, poliéster, linhos etc.) e a produção de fios contínuos por extrusão (poliéster, viscose, poliamida, elastano, polipropileno etc.).
Indústria de fiação
  • Indústria fonográfica
  A indústria fonográfica é o conjunto das empresas especializadas em gravação e distribuição de mídia sonora, seja em formato de CD, fitas cassete, LP e vinil, ou em formatos de som digital como MP3. Embora não exclusivamente, a maioria dos sons gravados e comercializados por estas empresas é de músicas - tanto instrumentais quanto cantadas. Cada unidade de produto - gravação de música, fala ou efeito sonoro - das gravadoras chama-se fonograma e é identificado por um código único universal.
Indústria fonográfica
  • Indústria gráfica
  A indústria gráfica consiste na realização de impressões em papéis, seja de diversas espessuras (gramatura) e texturas. O setor da indústria gráfica encontra-se atualmente entre os principais setores da indústria transformadora nos países industrializados com uma enorme importância econômica e social. Os principais produtos da indústria gráfica são: jornais e publicações periódicas impressos, livros e brochuras, classificadoras, capas para encadernação, capas de processo em papel e cartão, e cadernos.
Indústria gráfica
  • Indústria de malharia
  Malharia é a produção de tecidos de malha. Os tecidos de malha são caracterizados pelo entrelaçar dos fios têxteis, sendo esses sempre no mesmo sentido, ou todos na trama (horizontal) ou no urdume (fios que são esticados longitudinalmente em um tear na tecelagem). O processo de tecimento fundamental é o tricô (forma para entrelaçar o fio de forma organizada).
Indústria de malharia
  • Indústria ferroviária
  A indústria ferroviária é a atividade industrial envolvida na fabricação de veículos e equipamentos voltados para o transporte ferroviário, tais como trens, locomotivas, vagões, trilhos, etc. O transporte ferroviário é uma parte fundamental da cadeia logística que facilita as trocas comerciais e o crescimento econômico. É um meio de transporte com elevada capacidade de carga e energeticamente eficiente. O início do transporte ferroviário data do século VI d.C.
Indústria ferroviária
  • Indústria metalmecânica
  A indústria metalmecânica, também chamada indústria metalomecânica ou metalúrgica (podendo ainda ser conhecida como metalurgia mecânica) incorpora todos os segmentos responsáveis pela transformação de metais nos produtos desejados, desde a produção de bens até serviços intermediários, incluindo máquinas, equipamentos, veículos e materiais de transporte.
  Dentro dos campos de estudo da metalomecânica encontram-se listas de processos de deformação plástica, soldadura, fundição e usinagem. Engloba ainda o estudo das propriedades dos materiais utilizados, seu projeto e seleção, além de fenômenos de resistência dos materiais como a fadiga, a fluência e o atrito.
Indústria metalomecânica
  • Indústria moveleira
  A indústria moveleira ou indústria de mobiliário refere-se à produção de móveis, especialmente de forma mecanizada, em pequena, média e grande escala, abrangendo a extração de produtos naturais (extrativismo) e sua transformação (indústria de transformação).
Indústria moveleira
  • Indústria madeireira
  A indústria madeireira é o ramo da indústria voltado ao processamento da madeira. Inclui o plantio ou extração, o corte, o armazenamento, o tratamento bioquímico, a modelagem e a finalização. O produto final desta atividade pode ser a construção civil, a fabricação de móveis e outras ou a obtenção de celulose para a fabricação do papel, entre outros derivados da madeira.
Indústria madeireira
  • Indústria pesada
  A indústria pesada é responsável por trabalhar e tratar dos produtos de sua origem em grande quantidade, com a exclusão dos produtos agrícolas, para convertê-los em produtos semi-elaborados e que serão posteriormente utilizados para a fabricação de outros bens destinados ao consumo final. Distinguem-se dois tipos de indústria pesada: a metalurgia e a química pesada.
  A indústria metalúrgica proporciona: lingotes, forjados, tubos, pranchas de aço, ferro, alumínio e outros metais com vista a utilizá-los em outras fábricas. Esse tipo de indústria tem grande dependência  de matérias-primas, exige inversões muito elevadas e ocupa muito o setor industrial.
Indústria metalúrgica pesada
  • Indústria química
  A indústria química é a mais variada, que utiliza uma gama maior de matérias-primas: combustíveis sólidos, líquidos e gasosos, pirita, sal, cal, produtos vegetais e animais, entre outros. A elaboração desses produtos químicos é a mais complexa.
  A indústria química inclui as empresas que produzem produtos químicos industriais, como petroquímicos, agroquímicos, produtos farmacêuticos, polímeros, tintas, entre outros. São utilizados processos químicos, incluindo reações químicas, para formar novas substâncias, separações baseadas em propriedades tais como a solubilidade ou a carga iônica, em diversos processos de separação, como as destilações, além de transformações por aquecimento ou por outros métodos.
Produção de fertilizantes - exemplo de indústria química
  • Indústria petroquímica
  A petroquímica é a atividade de produção de derivados de petróleo, normalmente a partir da separação dos componentes do petróleo por destilação. A refinaria é o nome usual para referir-se as destilarias de petróleo que realizam o processo químico de limpeza e refino do óleo cru extraído dos poços e minas de óleo bruto, produzindo diversos derivados de petróleo, como lubrificantes, asfalto, diesel, gasolina, GLP, nafta, querosene, querosene de avião, entre outros.
Refinaria Isaac Sabbá, em Manaus - AM
  • Indústria siderúrgica
  A indústria siderúrgica é o ramo da metalurgia que se dedica à fabricação e tratamento de aços e ferros fundidos. A metalurgia é o conjunto de técnicas que o homem desenvolveu com o decorrer do tempo que lhe permitiu extrair e manipular metais e gerar ligas metálicas. Os primeiros metais a serem descobertos foram os metais nobres, que por não reagirem com outros elementos podiam ser encontrados na sua forma bruta na natureza. Esses metais passaram a ser trabalhados quando se descobriu que o calor poderia amolecê-los e trabalhá-los. Por volta de 2.500 a.C., surgiram as primeiras ligas metálicas, com a adição de estanho ao cobre, gerando o bronze - uma liga metálica que tinha propriedades superiores às do cobre. Pouco tempo depois o ferro começou a ser trabalhado. O aço é uma variante do ferro e é produzido a partir da purificação do ferro gusa, que é constituído de minério de ferro, coque e cal. O coque é um combustível com altos teores de carbono.
Indústria siderúrgica
  • Indústria cultural
  O termo indústria cultural foi criada pelos filósofos e sociólogos alemães Theodor Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer (1895-1973), a fim de designar a situação da arte na sociedade capitalista industrial. Para os dois pensadores, a autonomia e o poder crítico das obras artísticas derivariam de sua oposição à sociedade. Eles afirmavam que a máquina capitalista de reprodução e distribuição da cultura estaria apagando aos poucos, tanto a arte erudita quanto a arte popular. A arte seria tratada como objeto de mercadoria, estando sujeita as leis da oferta e da procura do mercado. Ela encorajaria uma visão passiva e acrítica do mundo ao dar ao público apenas o que ele quer, desencorajando o esforço pessoal pela posse de uma nova experiência estética. As pessoas procurariam apenas o conhecido. Porém, essa indústria prejudicaria a arte séria, neutralizando sua crítica e a sociedade.
Indústria cultural - é a arte com o objetivo simplesmente do lucro
  • Indústria do turismo
  De acordo com a Organização Mundial do Turismo, órgão das Nações Unidas, o termo "turismo" refere-se "as atividades que as pessoas realizam durante as suas viagens e permanência em lugares distintos dos que vivem, por um período de tempo inferior a um ano consecutivo, com fins de lazer, negócios e outros".
  A indústria do turismo é, atualmente, a indústria que mais dar lucro, sendo formada por uma poderosa cadeia de empresas, que surgiu de forma bastante prosaica. Tudo começou em 1841, quando o comerciante inglês Thomas Cook, vendedor de bíblias, criou o primeiro pacote de viagens de que se tem notícia. Naquela época, a Inglaterra, a exemplo de outros países europeus, estava cada vez mais integrada por ferrovias, mas o sistema tarifário era complexo para o cidadão comum e havia pouca oferta de hospedagem. Para ajudar os participantes de um encontro de combate ao alcoolismo que teriam de percorrer o trajeto de 17 quilômetros entre as cidades de Leicester e Loughborough, na região central da Inglaterra, Cook teve a ideia de fretar um trem com tarifas reduzidas e organizou a viagem. Conseguiu reunir mais de 500 interessados. Entusiasmado com o sucesso da empreitada, ele abandonou o antigo negócio para criar a primeira agência de viagens do mundo, batizada com seu próprio nome.
  O turismo internacional cresce a um ritmo superior ao de toda a sua história. Este desenvolvimento é consequência da nova ordem internacional, a estabilidade social e o desenvolvimento da cultura do ócio no mundo ocidental.
Castelo di Bivar - uma das atrações turísticas de Carnaúba dos Dantas - RN
  • Indústria alimentícia
  A indústria alimentícia é o conjunto de atividades industriais em que se preparam, normalmente em quantidades que devem ser comercializadas, alimentos ou ingredientes para a preparação de alimentos. Além da produção, essa indústria engloba também os supermercados ou companhias de entrega de alimentos. Analisando as diferentes atividades industriais relacionadas com os alimentos, podemos considerar:
  • As indústrias que preparam alimentos frescos, incluindo os abatedouros e as empresas que selecionam e embalam vegetais para a venda a retalho;
  • As indústrias de conservas, que transformam alimentos frescos em produtos com maior tempo de prateleira;
  • As indústrias que fabricam produtos que servem para preparar alimentos, como a moagem ou o fabrico de sal de cozinha;
  • As indústrias que fabricam alimentos prontos para consumir, incluindo os alimentos congelados que podem ser comidos depois de aquecidos, como as pizzas empacotadas e as churrascarias.
Indústria alimentícia
  • Indústria bélica
  A indústria bélica, armamentista ou militar é o comércio e a indústria global que fabrica e vende armas e munições, equipamentos e tecnologia militar. Compreende a indústria governamental ou privada envolvida na pesquisa, desenvolvimento, produção e serviços de materiais, equipamentos e instalações militares. As empresas produtoras de armas produzem os mais diversos tipos de armas, principalmente para as forças armadas de quase todas as nações. Departamentos governamentais também estão envolvidos na indústria armamentista, comprando e vendendo armas, munições e outros artigos militares. Armas de fogo, mísseis, aeronaves, veículos e embarcações militares, entre outros, são os subprodutos da indústria bélica. Esse tipo de indústria tem um papel significativo no desenvolvimento da ciência e da tecnologia, principalmente em tempos de guerras.
Indústria bélica
  • Indústria de cerâmica
  A indústria de cerâmica é a atividade industrial envolvida na fabricação de instrumentos e objetos a partir da cerâmica. A cerâmica é a arte ou a técnica de produção de artefatos de objetos tendo a argila como matéria-prima. A indústria de cerâmica é responsável pela fabricação de tijolos, lajes, telhas, pisos, azulejos, revestimento de larga aplicação na construção civil, entre outros. Atualmente, a cerâmica é objeto de intensa pesquisa tendo em vista o aproveitamento de várias das propriedades físicas e químicas de um grande número de materiais, principalmente a semicondutividade, supercondutividade e o comportamento adiabático.
Produção de telha
  • Indústria de cimento
  O cimento é um material cerâmico que, em contato com a água, produz reação exotérmica de cristalização de produtos hidratados, ganhando resistência mecânica. É o principal material de construção usado como aglomerante. É uma das principais commodities mundiais, servindo também como indicador econômico.
  As fábricas de cimento se instalam ao lado de jazidas de calcário e argila, de modo a minimizar os custos de transporte. A extração destes materiais se realiza em geral, em lavras de superfície, com o auxílio de explosivos. As rochas extraídas são britadas até atingirem tamanhos de aproximadamente 200 mm ou menos e transportadas para a fábrica em transportadores de correia.
Indústria de cimento
  • Indústria da construção civil
  O termo construção civil engloba a construção de casas, edifícios, barragens, fundações de máquinas, estradas, aeroportos e outras infraestruturas, onde participam engenheiros civis e arquitetura em colaboração com técnicos de outras áreas. Os termos construção civil e engenharia civil são originados de uma época em que existiam apenas duas classificações para a engenharia, sendo elas a civil e a militar, cujo conhecimento da engenharia militar era destinada apenas aos militares e a engenharia civil destinada aos demais cidadãos. Com o tempo, a engenharia civil, que englobava todas as outras áreas, foi se dividindo até chegar as várias divisões em que se encontra atualmente, como a engenharia elétrica, mecânica, química, naval, entre outras.
Indústria da construção civil
  • Indústria da energia
  A indústria da energia é um termo genérico para todas as indústrias relacionadas com a produção e venda de energia, incluindo a remoção de combustível, produção, refino e distribuição. Em particular, a indústria de energia incluem as indústrias de combustíveis fósseis, a indústria de energia nuclear e a indústria de energia renovável.
Indústria dos combustíveis fósseis
  Os combustíveis fósseis são substâncias de origem mineral, formados pelos compostos de carbono. São originados pela decomposição de resíduos orgânicos. Porém, esse processo leva milhões de anos e são considerados recursos naturais não renováveis. São os mais usados no mundo para gerar energia elétrica e movimentar veículos. Os combustíveis fósseis são encontrados em áreas profundas do solo ou no fundo do mar.
Esquema da formação dos combustíveis fósseis
  As principais indústrias de combustíveis fósseis são:
  • Indústria do petróleo
  A indústria do petróleo inclui os processos globais de exploração, extração, refino, transporte (geralmente por navios petroleiros e dutos) e comercialização de produtos derivados do petróleo. Os produtos de maior volume desta indústria são o óleo combustível e a gasolina. O petróleo é também a matéria-prima para muitos produtos químicos, incluindo fármacos, solventes, fertilizantes, pesticidas e plásticos. A indústria é geralmente dividida em três grandes segmentos, denominados upstream (engloba as atividades de busca, identificação e localização das fontes de óleo), midstream (fase em que as matérias-primas são transformadas em produtos prontos) e downstream (logística da distribuição e transporte dos produtos da refinaria até os locais de consumo).
Exploração de petróleo no mar
  • Indústria do gás natural
  A indústria do gás inclui a extração do gás natural, gás de carvão e fabricação e distribuição e venda desse produto. Na indústria, o gás natural é utilizado como combustível para fornecimento de calor, como matéria-prima em vários setores: químico, metalúrgico, plástico, cerâmico, farmacêutico, têxtil, na geração de eletricidade e projetos de co-geração.
  A utilização do gás natural na indústria vem proporcionando benefícios significativos para o meio ambiente, além de diminuir o custo operacional com a manutenção de máquinas, transporte e armazenamento de combustível. O gás natural proporciona a otimização do uso de matérias-primas e consequente melhora nos processos de produção; aumenta a segurança, a eficiência dos equipamentos e a qualidade do produto final.
  O gás natural pode substituir com eficiência qualquer combustível sólido, líquido ou gasoso. Oferecendo uma queima limpa e uniforme, é ecologicamente correto, contribui para uma maior produtividade e para a melhoria dos padrões ambientais, aumentando a competitividade das empresas usuárias nos mercados mais exigentes.
Indústria do gás natural
  • Indústria do carvão mineral
  O carvão mineral é um combustível fóssil resultante da transformação química do soterramento de troncos, raízes, galhos e folhas de árvores, sendo que esse processo leva milhões de anos para se desenvolver. O tempo e as condições (pouco oxigênio, pressão da terra, altas temperaturas, entre outras) que esses vegetais ficam depositados, favorecem a formação de uma massa negra homogênea, denominada jazida de carvão mineral.
  A partir do século XVIII, o carvão mineral passou a ser utilizado como fonte energética, substituindo, gradativamente, a lenha, que era a principal fonte de energia utilizada pelo homem. A intensificação do seu uso proporcionou subsídios para o desenvolvimento industrial, e o carvão mineral foi essencial durante a Primeira Revolução Industrial.
  Até a primeira metade do século XX, ele foi a principal fonte energética primária, sendo utilizado pelas usinas termoelétricas na geração de eletricidade.
Indústria do carvão mineral
Indústria da energia nuclear
  O uso da energia nuclear na indústria é muito importante para a melhoria dos processos de medição, automação e controle de qualidade. O uso de radiação é aplicada em um amplo campo de atividades, seja no controle de processos industriais de qualidade de matérias-primas (cimento, centrais elétricas, refinarias de petróleo etc.), ou no controle de qualidade do produto fabricado em série, como um pré-requisito para a automação completa de linhas de produção de alta velocidade.
  A irradiação com fontes intensas é considerada como uma operação para melhorar a qualidade de certos produtos (plásticos especiais, produtos de esterilização, entre outros), além de ser utilizado no tratamento de certas doenças, principalmente do câncer.
Usina nuclear
Indústria de energia renovável
  A indústria de energia renovável inclui a produção de fontes renováveis de energia e empresas de energia sustentável, incluindo aqueles envolvidos em energia hidrelétrica, energia eólica, energia solar, energia geotérmica e distribuição, fabricação e venda de combustíveis alternativos.
Produção de energia eólica
  • Indústria da moda
  A indústria da moda inclui uma grande diversidade de atividades econômicas, que vai da criação de modelos de roupa (design de moda) mais ou menos personalizados até a produção de vestuário em série. Nas modernas sociedades consumistas, esta indústria constitui um fenômeno complexo e de grande importância, tanto a nível da psicologia social como a nível econômico.
Indústria da moda
  • Indústria da robótica
  Um robô industrial é oficialmente definido como um "manipulador multipropósito controlado automaticamente, reprogramável, programável em três ou mais eixos". O campo da robótica industrial pode ser definido como o estudo, desenvolvimento e uso de sistemas robóticos para a manufatura.
  As aplicações típicas dos robôs industriais incluem fundição, pintura, soldagem, montagem, movimentação de cargas, inspeção de produtos e realização de teste, sendo realizado com precisão, velocidade e robustez relativamente elevadas.
Robô industrial
  • Indústria de software
  A indústria de software é a indústria que envolve o desenvolvimento, a produção e a comercialização de softwares ou programas para computador. Os computadores podem ser descritos como dois elementos básicos: o hardware e software. Inicialmente, os gastos eram principalmente feitos no hardware, pois o software era gratuito ou já vinha incluído. Depois, devido a revolução dos microprocessadores na década de 1970 surgiram as primeiras empresas de software. A evolução do poder computacional e usos de aplicações informáticas no desenvolvimento de muitas novas indústrias deu origem a uma nova e inovadora indústria tecnológica.
Software - programas de computador
FONTE: Boligian, Levon
Geografia espaço e vivência, vol. 1. / Levon Boligian, Andressa Turcatel Alves Boligian. -- 2. ed. -- São Paulo: Saraiva, 2013